O conceito de transformação digital ganhou forma através do livro Leading Digital de George Westerman, Didier Bonnet e Andrew McAfee.

Mas é a George Westerman, investigador do MIT Sloan Initiative on the Digital Economy, que o conceito ficou associado devido ao extenso trabalho já publicado.

Westerman propõe agora a primeira regra da transformação digital, à semelhança da Lei Moore, a lei fundamental dos microprocessadores que preconiza um aumento exponencial da capacidade de processamento de um chip (cuja formulação inicial é atualmente revista), a primeira lei da inovação digital parece ir no sentido exatamente oposto:

– “a tecnologia muda depressa, mas as organizações mudam muito mais devagar.”

Num artigo escrito esta semana para a prestigiada revista MIT Sloan Management Review, George Westerman resume o seu trabalho de investigação nas organizações atribuindo ao fator humano a dificuldade na implementação de políticas de inovação digital: “The organisations have more moving parts, and those parts, being human, are much harder to control”.

Longe de ser um problema de tecnologia, a adopção da inovação digital é uma dificuldade essencialmente humana: “Most people don’t like to change. If you’re driving change, you need to help others see the benefits. That’s where a transformative vision comes in. Help people see a reason to change, and how they can play a role in making it happen”.

As recomendações e estratégias para os lideres acelerarem a transformação digital nas suas organizações são descritas neste artigo que pode ser lido mediante assinatura (paga) da revista MIT Sloan Management Review.

Uma vez que não podemos transcrever aqui este texto, convidamos a revisitar a entrevista vídeo com George Westerman na IT Insight (descarregue aqui gratuitamente a edição).

in IT Insight