Leadership Talks – Miguel Santana

A Leadership Talks dá palco aos nossos líderes para partilharem histórias, visões e aprendizagens sobre Cultura, Futuro e Experiência. Aqui revelamos como se vive a AMT no dia a dia: desde tradições que nos tornam únicos, até à forma como acolhemos novos colegas e enfrentamos desafios em equipa. É um espaço onde se fala de inovação, liderança e do que significa crescer com e para as pessoas. Mais do que testemunhos, são perspetivas que inspiram, aproximam e refletem a essência da nossa identidade enquanto organização.

Vamos conhecer os nossos líderes?

A Minha Jornada na AMT

Entrei na AMT há praticamente oito anos, acabadinho de sair da faculdade. Tinha terminado o mestrado há pouquíssimo tempo e não tinha qualquer experiência profissional, muito menos no mundo SAP. Apesar desta falta de experiência, senti desde o primeiro momento que a AMT e a minha equipa confiava em mim e estavam sempre ali para me ajudar, apoiar e acompanhar no meu crescimento e aprendizagem.

Iniciei em modo autoestudo acompanhado e, ao fim de apenas três meses, já estava a faturar para clientes e a participar em projetos reais. Ainda que júnior, começava a sentir-me um pouco consultor, com responsabilidade e a perceber que podia contribuir perante o cliente. Poucos meses depois, vivi uma das experiências que mais me marcou: tive de ir presencialmente ao cliente para analisar temas críticos que surgiram no próprio dia e que eu ainda não dominava totalmente. Confesso que fiquei nervoso, mas foi também uma oportunidade incrível de aprender rápido. Situações como esta foram muitas ao longo do tempo e, olhando para trás, percebo que foram decisivas para ganhar confiança, pulso e experiência, coisas que hoje valorizo imenso.

Algum tempo depois, fui integrado na equipa de suporte da AMT (AMS). Tornei-me o principal consultor técnico responsável pelo suporte e, sempre que surgia algum tema com necessidade de intervenção técnica, eu era o primeiro ponto de contacto. Foi um período de enorme aprendizagem e bastante exigente, considerando que a realidade do suporte é muito diferente da de projeto. A complexidade e a diversidade de temas são uma constante, muitas vezes com timings apertados. Trabalhar com desenvolvimentos existentes, alguns bastante antigos e datados, representava um desafio adicional, mas também uma oportunidade única de aprender.

Entretanto, comecei também a ser incluído em diferentes projetos, o que me obrigou a conciliar o trabalho de AMS com o trabalho de projeto. Passei por diferentes clientes, diferentes módulos de SAP e diferentes contextos, e essa combinação deu-me uma visão muito abrangente da realidade técnica e operacional da AMT.

 Este é, sem dúvida, um dos pontos fortes da AMT: a possibilidade de crescer rapidamente e de tocar em diferentes áreas e tecnologias. Existe sempre a necessidade de nos superarmos e de estarmos em constante aprendizagem, o que torna cada desafio uma oportunidade de evolução.

Mais recentemente, dei um passo importante e entrei na Techfactory como team leader. A Techfactory é a equipa de suporte técnico responsável por desenvolvimentos corretivos no âmbito da AMS, e como team leader passei a liderar uma equipa de quatro pessoas. Era responsável pelo seu acompanhamento e desbloqueio de todas as situações que pudessem surgir. Algumas delas bastante complicadas, o que foram decisivas para a minha evolução como líder.

No início deste ano, tive a oportunidade de assumir a gestão da Techfactory, na função de Business Unit Manager (BUM). Foi, sem dúvida, o maior desafio da minha carreira até hoje. Pela primeira vez ocupei uma posição em que muitas das responsabilidades eram totalmente novas para mim. A experiência que tinha como team leader ajudou, mas o nível de exigência do BUM é muito mais elevado, exigindo-me adaptar rapidamente, gerir uma equipa maior e pensar de forma mais estratégica sobre a operação como um todo.

Esta função deu-me uma perspetiva muito mais global: gerir grandes equipas, alinhar expectativas, estreitar relações entre várias áreas internas, adaptar-me a diferentes perfis e promover mudanças reais no dia a dia da Techfactory. Sinto uma enorme satisfação por perceber que tenho liberdade para conduzir a equipa no rumo que faz sentido, com autonomia e confiança total.

Algo que valorizo profundamente é que a AMT não só permite a mudança como a incentiva. Há espaço para inovar, sugerir novas ideias e questionar o que pode ser melhorado. Mesmo quando os desafios são grandes, a empresa olha para estas propostas com abertura e visão, sempre focada no impacto positivo que as mudanças podem trazer.

E se há algo que gostava de deixar a quem está a ler é isto: crescer exige desconforto, mas é no desconforto que descobrimos o nosso verdadeiro potencial. Aproveitem cada desafio como uma porta que se abre, nunca como um obstáculo. Aqui na AMT, se existe vontade, existe caminho.

 
– Miguel Santana, Business Unit Manager – Techfactory

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