Leadership Talks – Francisco Borges

A Leadership Talks dá palco aos nossos líderes para partilharem histórias, visões e aprendizagens sobre Cultura, Futuro e Experiência. Aqui revelamos como se vive a AMT no dia a dia: desde tradições que nos tornam únicos, até à forma como acolhemos novos colegas e enfrentamos desafios em equipa. É um espaço onde se fala de inovação, liderança e do que significa crescer com e para as pessoas. Mais do que testemunhos, são perspetivas que inspiram, aproximam e refletem a essência da nossa identidade enquanto organização.

Vamos conhecer os nossos líderes?

Cultura que nos mantém próximos

Há seis anos, iniciei o meu percurso na AMT Consulting naquela que viria a ser a minha primeira (e única) experiência profissional. E passados 6 anos, constato que toda a minha evolução em contexto corporativo, abrangendo as vertentes técnica, funcional e humana, foi integralmente desenvolvida nesta organização. Crescer e consolidar uma carreira dentro da mesma estrutura confere-nos uma perspetiva única sobre a cultura organizacional: não se trata de um conceito teórico assimilado num manual, mas sim de uma identidade vivenciada na prática diária.

A transição para funções de gestão traz sempre consigo novos patamares de exigência, mas o meu maior desafio enquanto líder consolidou-se com um projeto estratégico de grande relevância: a criação e coordenação do Núcleo de AMS Outfactory.

Para quem está por dentro do mundo da consultoria, sabe que o regime de outsourcing esconde um risco invisível: a distância. O objetivo deste núcleo era aproximar e agrupar consultores que têm alocações de longa duração num único cliente. Quando um profissional passa meses ou anos inserido na rotina e nas instalações de um cliente, é fácil perder o vínculo com a “casa-mãe”. O desafio da minha liderança era claro: como garantir que estas pessoas, apesar de fisicamente distantes, se sentissem profundamente ligadas à AMT, acompanhadas e integradas numa verdadeira equipa?

Superar isto não se fez com processos rígidos ou controlos diários. Fez-se com proximidade e propósito. Reunimos o núcleo, criámos canais de partilha e, acima de tudo, mudámos a mentalidade sobre o que significa estar alocado a um projeto.

Isto leva-me àquilo que, para mim, define “ser um bom gestor” na AMT. Liderar não é monitorizar tarefas. Ser líder significa, em primeiro lugar, possibilitar e capacitar. O meu papel é garantir que cada pessoa da minha equipa tem ao seu dispor todas as ferramentas, formações e condições para crescer, tanto a nível técnico como funcional.

Em segundo lugar, significa criar um ambiente sem barreiras. Gosto de promover uma cultura de porta aberta, onde o erro faz parte da evolução e onde a autonomia é real. Não acredito em microgestão. Acredito em apresentar desafios e dar espaço para que as pessoas encontrem as suas próprias soluções, sabendo que, se precisarem de rede, eu estou lá para apoiar.

Se há seis anos entrei aqui para aprender, hoje percebo que a minha maior missão como Manager é criar o espaço ideal para que outros, venham do início da carreira ou tragam já 10 anos de experiência, possam escrever a sua própria história de sucesso. Na AMT, o crescimento não tem barreiras porque a liderança também não as tem.

– Francisco Borges, Business Unit Manager de AMS: Outfactory

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